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April 4, 2018

 

Coffee with Writing – Café com Escrita by sunku | Café com Escrita Com arte e aquele foi liminarmente após compreendido e captado … Suspiro! Que eles ousaram o desafio. Preso só por um fio. Eles viam, mas não reparavam. Excitante e algo eloquentemente passado por um olhar de compreensão e eis que o brilho do olhar, fazia naquele sítio que se consumia e falava e já estava presente o café. O escritor é aquele de que nada depende, porém tudo precisa e faz com que o último suspiro de necessidade, se embata naquilo que não tem, mas faz com que sofrer mais necessita para alimentar o seu desejo do nunca concluído… …Então uma voz feminina escutava-se a menina e um olhar leve mas profundamente enigmático, como podia estar ali?!, e toda a gente sentir mas ninguém dava por ele, pois encerra o que o pensamento lhe dizia, assim florescia o que um dia questionavam acerca da sanidade ou da suposta loucura de ser louco, ele não tem, mas quer sempre mais, sofre nas palavras, escrevia mas não dizia que existia aquele ser em que viam a escrever e ler e depois comentavam: “ele” sim ele escreve e não pára, como fazê-lo parar de escrever, só um louco é escreve tudo, e de um modo mudo sabia em que ponto do mundo iria tapar… Este senão conhecido e entre-conhecido condenado. A caneta mais estimada era um ápice, tudo suscita vontade de ouvir, mas como já divulgado, mas nunca escrito é que uma asneira é sempre uma forma feia de pôr álcool na ferida, todas as esfarrapa-delas dele nunca omitidas pois deixam marcam entre elas. Tinha uma simples caneta, que fascinante, era tão só acutilante, como uma forma de sentir a dor afiada pela lâmina mais eficaz, o corte dilacerante do bico da caneta… e a tinta sempre infinita e comedida mente vendo que informavam quem não tinha direito extremo que ele passava, é de loucos, como andam as pessoas a descansar , sempre porque o outro fala, e respondesse normalmente ao que se quer, tudo abaixo da simples necessidade de olá, como estás e tchau. E a questão era que ele escrevia e não temia fosse o que fosse daquilo que só quer. Mas como de tudo dependia e se pensava que a melhor arma a infinita e unificante forma de uma ciência das letras que formavam frases de encanto e sempre como descontente se transformava. Ele compendia e usufruía no sequioso, então a conversa era, não sei falar, desculpe mas se quiser tenho um livro para lhe mostrar, é que tenho escrito o que muitos pensam e pelo que têm dito, ninguém leu ou até mesmo compreendeu, que daquela cabeça ia sair fumo mais negro, que não é simples essa palavra, quebrado, transforma e eis de que de uma forma simplista ele dizia a hora, e ouvia-se “ou ele aqui”, todos os que não lerem, mas uma vez mostrada a sapiência da escrita que alguém se dedicou a ler e compreendeu alguém que nunca leu, empenhava-se e diziam, ai o gajo escreve, ouvia-se mais uma vez “respeito”. No entanto o respeito pelo escritor é só se quiser saber quem é ele ou se ficar com a ideia aí ele escreve? Nada se dizia, e eis que para pôr fim diziam “ó amigo”, já a mim o “café do escritor”, cá para mim arrisca miúdo. Um café, uma pausa, um pedido confidencial e um gesto um pouco surpreso, no entanto ele ia escrevendo e como que alguém pode escrever sem ter de ler e escrever à velocidade do pensamento … ( continua) O outro dizia é o coração, mas essas dores são aquelas que nunca sentimos e jamais as esquecemos. O homem dirigiu-se a mim e disse: veja lá, é o que posso e um palito saltitante entre os dentes e um piscar de olhar, um pouco maroto e onde se perguntava, o que ele fazia e dizia, e o simples, o só, o papel e a caneta e sobre a mesa um desejado café e o seu respectivo copo de água da torneira. Que só sabia o que escrevia só quando lhe convinha. No entanto todas lhe auscultavam a mesma doçura, é esquisito, o rapaz é esquisito, ou seja, ele passa-se. Como é isso do passa-se sem sair da sua, meramente escrito. Alguém ouviu falar no moço? Eu falo dele mas é importante ver que ele não fala ou pouco, fala de si quanto mais ele falar dos outros. Trata-se da doença da sociedade de estar e alguém quer sempre acrescentar, olhe desculpe, mas não o conheço. E o homem sim que era homem vivido pela marginalidade, é assim que encaro todos os seres que se rendem e nunca lutam pela vida, pela forma de pôr à margem ou estar sobre a margem de um rio em que nada flutua. Era assim aquele café do escritor, onde a sua dor se almejava a um troco nunca devolvido. Quer dizer, parecia que ele cortava nas contas, encontrava quem nele se lia e um ponto, um conto, uma história inventada, uma palavra ouvida, na escrita por muitas muitas letras, formava muitas palavras. Concluindo ele queria mas mais uma vez não queria, assim é como vejo o escrito ou o poeta que se expressa quer e não quer, isto é quer tudo e não quer nada, um puxa o outro amarra e ele solta-se, a tinta que eles viam que ele escrevia em seu caderno o que ninguém lia, e ele cantava, ouvia, escrevia, como se mais nada houvesse. Coffee with writing With art and that was outright after understood and captured … Sigh! They dared the challenge. Arrested only by a wire. They saw, but not repaired. Exciting and something eloquently passed by a look of understanding and behold the brightness of the look, it was at that site which if consumed and spoke and was already present. The writer is the one that nothing depends on, but everything needs and causes the last gasp of must if hit in what has not, but causes suffer more need to feed your desire of never completed … …Then a female voice listened to the girl and a light but look deeply puzzling, how could there be?!, and everyone feel but no one gave for it, because the thought you said, so that one day the flourished questioned about sanity or the supposed folly of being crazy, he does not have, but want more, always suffers in the words, writing but not said that there was one in which saw the write and read and then commented: “he” Yes he writes and does not stop, how do you stop writing, only a madman is writes everything, and a mute knew at what point the world would cover … This otherwise known and entre-conhecido convicted. The pen more estimated was a culmination, everything raises desire to listen, but as already disclosed, but never written is a screwed up is always an ugly way to get alcohol into the wound, all esfarrapa-of which it never omitted because they mark between them. Had a simple pen, that fascinating, was so sharp, only as a way to feel the sharp pain by more efficient blade, the cutting stylus tip lacerating … and always infinite ink and restrained mind seeing that reported who had no right winger that he passed, is crazy, how are people to rest, because the other always speaks, and respond normally to it if you want, everything below the simple need for Hello, how are you and bye. And the issue was that he wrote and not feared anything that just want. But as everything depended on and thought that the best weapon in the infinite and a unifying science of letters that formed sentences of charm and always displeased if turned. He understood and enjoyed in thirsting, so the conversation was, I don’t know talk, sorry but if you want to have a book to show you, is that I have written what many think and so I have said, no one read or even understand, that that would head out more black smoke, which is not simple that Word, broken, and here that of a simplistic way he said time, and heard “or it here”, all those who have not read, but once shown the wisdom of writing that someone dedicated to read and understand someone who never read, engaging and said, Oh dude writes, listened once more “respect”. However the writer is only if you want to know who he is or get the idea there he writes? Nothing was said, and behold to end said “o friend”, because to me the “writer’s café”, risks for me here kid. A coffee, a break, a confidential request and a gesture a bit surprised, however he was writing and how someone can write without having to read and write at the speed of thought … (to be continued) The other said is the heart, but these headaches are those who have never felt and never forgotten. The man drove up to me and said: see there, is what can and bouncing a toothpick between the teeth and the blink of an eye, a little rascal and wondered, what he did and said, and the simple, the only paper and pen and desired a coffee on the table and their respective Cup of tap water. That only knew what I was writing only when suited him. However all you auscultavam the same sweetness, is weird, the guy is weird, that is, it passes. How this takes place without leaving their merely written. Anyone heard of the young man? I speak it but it is important to see that he does not speak or little, speaks of itself as more he talk of others. This is the disease of society and someone always wants to add, look sorry but do not know him. And yes it was man lived by marginality, that’s how I see all beings who surrender and never fight for life, by way of putting on the sidelines or be on the edge of a river in that anything floats. It was thus that the writer’s café, where their pain if a change was never returned. I mean, it looked like he cut in the accounts, was who on it read and a point, a tale, a story invented a word heard, in writing by many many letters, formed many words. In conclusion he wanted but once again did not want to, this is how I see the writing or the poet who expresses wants and does not want to, this is either everything and wants nothing, one pulls the other ties and it is released, the ink that they saw that he wrote in his notebook that nobody was reading, and he sang, listened, wroteas if there was nothing else.

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